jornal do mazza

Show “Nas Trilhas do Mazza”




Dia 12 de Abril – 14h30 – Sesc Taubaté

Uma série de shows vai levar aos palcos do Sesc Taubaté as canções usadas nos filmes de Mazzaropi, em novas versões e em diferentes gêneros.

 A Tropa (reggae), Mistura e Manda (samba), Baque do Vale (Maracatu), Diego Luz e Banda, Rafinha acústico (MPB) e Juliana Gil e Luis Simonetti (disco).

Baque do Vale

Conjunto que se dedica à prática do maracatu pernambucano em Taubaté e, nesse sábado, fez uma toada em homenagem à Nação Estrela Brilhante, grupo de maracatu do Recife, que completou 108 anos de existência.

O grupo faz o maracatu de baque virado, “uma versão mais lenta, mais forte e sem a temática religiosa que tem o maracatu de baque solto, que só é praticado em Pernambuco”, como fala Itajubá. O baque daqui se apresenta em festejos das cidades da região como da Festa do Divino, em São Luiz do Paraitinga, e se mantém pela remuneração de seus cortejos e, atualmente, por verba de R$ 45 mil do projeto “Cultura na Kombi”, que leva o maracatu à periferia de Taubaté, por meio edital da Volkswagen

A Tropa

Construiram sua musicalidade em cima das bases do reggae. Formada pelos músicos Kene Konaman, Jota P, Mateus da Mata, Marco Vinci, Marcos Guimarães, Alexandre Campos, em seus 10 anos foi vencedora do programa Astros, em 2009, e já dividiu o palco com nomes da cena musical gringa como Israel Vibration (Jamaica), Mad Professor (UK), Ranking Joe (Jamaica), Earl Sixteen (Jamaica), Macka B (UK) e bandas nacionais como O Rappa, Natiruts, Tribo de Jah e Ponto de Equilíbrio.

Mistura e Manda

Nosso grupo nasce de encontros inusitados.No interesse comum pela música brasileira em especial os gêneros do choro e samba, o grupo interage intensamente buscando na pesquisa diária a valorização dessa cultura que é a roda de samba e choro. Um ritual secular, tido como a verdadeira semente da música brasileira, perpetuado por grandes mestres tais como Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Cartola, Ernesto Nazareth, Noel Rosa… e também por grandes artistas contemporâneos do gênero como Chico Buarque, Tom Jobim, Paulinho da Viola, Mauricio Carrilho…Em nossa pesquisa, além do resgate e interpretações das obras desses grandes artistas, buscamos inserir novas composições no riquíssimo cancioneiro popular brasileiro, interpretando músicas próprias e de parceiros do grupo. Misture-se !!!

 

Rafinha Acústico

Um dos que fazem parte da nova geração da música Brasileira. Rafinha Acústico é adepto ao MPB e, como seu nome diz, toca suas músicas acompanhadas de seu violão. Ele começou a tocar com 16 anos, e além de seu pai – que o ensinou a tocar violão e piano – tem grandes nomes da Música Brasileira como influência: “Sempre ouvi MPB, Djavan, Tom Jobim, Lulu Santos, Marisa Monte, Jota Quest, Paralamas, Skank, Maria Gadu, e por ai vai.”

sdiego

Diego Luz

A música se fez presente em sua vida desde muito cedo. Aos 8 anos de idade, descobriu os primeiros acordes no teclado, ganhado de presente, que rendeu quatro anos de estudos. Com 12 anos, sentindo a necessidade de mudanças, passou a estudar violão popular com o compositor, e também seu tio, Nando Luz. Durante os quatro anos de estudo do violão, teve contato com a obra de grandes mestres da música popular brasileira, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Dorival Caymmi, Paulinho Moska, Lenine, Chico César, Djavan, Toquinho, Jorge Ben Jor, Tim Maia, entre outros. Com a música definida como futuro e tomando conta de sua vida, Diego Luz enfrentou a noite taubateana e lançou-se como profissional. Em 2009, desafiou a timidez e se destacou como um grande intérprete e compositor ao lado do percussionista Junior Guimarães. Essa nova experiência é determinante para sentir do público as primeiras impressões sobre seu trabalho autoral. Depois da vida de palco, o violão é escolhido definitivamente seu fiel companheiro.

luiseju

Djs Juliana Gil e Luis Simonetti